Esta semana, no Cá Por Casa, Herman recebe Bárbara Branco, José Raposo, Diogo Faro, Diogo Zambujo, Marco Rodrigues e Janeiro.
Bárbara Branco e José Raposo trazem-nos Macbeth, de William Shakespeare, com encenação e tradução de Pedro Penim, o espetáculo que marca a reabertura do Teatro Nacional D. Maria II, depois de três anos encerrado para obras de requalificação. A peça regressa à Sala Garrett, o mesmo palco onde estava em cena na noite de 2 de dezembro de 1964, quando um incêndio deixou o Teatro em ruínas, e ali permanece até 31 de outubro. Uma história sobre a ambição, o desejo e as consequências de tentar controlar o futuro, onde o fogo que destruiu o edifício e a ambição que consome os protagonistas se entrelaçam em cena.
Diogo Faro está de volta aos grandes palcos com o seu novo solo de stand-up, “Massa Mãe”, que se estreia no Teatro Helena Sá e Costa, no Porto, a 28 de outubro, e chega ao Teatro da Trindade INATEL, em Lisboa, a 15 de dezembro. Nas palavras do próprio: “Parece que estou a anunciar que vou abrir uma padaria hipster pós-moderna existencialista assente no respeito pela tradição milenar, mas não. É o meu novo solo de stand-up.”
Diogo Zambujo apresenta “Vir a Ser”, o seu álbum de estreia, um disco onde convivem canções de matriz portuguesa, melodias que evocam a música brasileira, apontamentos de jazz e traços mais rock. Todas as letras são da sua autoria e do alinhamento fazem parte temas como “O Mundo Sou Eu”, “Pisa a Poça” e o mais recente single, “Contramão”.
Marco Rodrigues sobe ao palco do Grande Auditório do Centro Cultural de Belém a 7 de novembro, às 19h00, num concerto do ciclo Há Fado no Cais que evoca a memória e o legado de Carlos do Carmo. O fadista revisita os temas do álbum “Canta Carlos do Carmo”, distinguido nos IPMA Awards e nomeado para os Prémios Play, e interpreta alguns dos temas mais marcantes do seu percurso, como “Tempo” e “A Minha Casa”.
Janeiro acaba de lançar o seu novo álbum, “Reticências”, que será apresentado ao vivo no Coliseu Club, em Lisboa, a 18 de novembro, e no Hot Five, no Porto, a 3 de dezembro. Um disco de calma, silêncio e contemplação, feito de canções despidas, essencialmente com voz, guitarra de nylon e piano.
Tudo isto enquanto Georgina Rodriguez apresenta o Jornal das Noitadas, com os comentários de José Esteves e Zé Manel Taxista. Pelo meio, Duarte Menezes invade o editorial, Nelo e Idália continuam as suas discussões na cozinha e os quadros da sala ganham vida com Vertumnus e Van Gogh.
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Fotografias e vídeo: Hugo Rodrigues Luz
















