Herman no TOP 5 de Notoriedade Nacional – Marktest 2020
No estudo “Figuras públicas e digital Influencers 2020” realizado pelo grupo Marktest, Herman surge no Top 5 notoriedade espontânea (citados espontaneamente pelos inquiridos) a par de Cristiano Ronaldo, Cristina Ferreira, Manuel Luís Goucha e Ruy de Carvalho.
O destaque mantêm-se na lista das 10 figuras com maior notoriedade espontânea Top Of Mind ( citados espontaneamente pelos inquiridos nas respostas às questões colocadas) e na categoria Notoriedade Total.
Esta semana, o regresso de Cá Por Casa!
Depois de um interregno forçado pela Covid19 que levou a um ” diário de uma quarentona” o Cá Por Casa está de regresso a estúdio e esta semana conta com Filipe Sambado, Sara Correia, Flávio Furtado e ainda o Médico João Ramos.
Filipe foi um dos mais marcantes concorrentes do Festival da Canção 2020. Com uma vontade constante de fazer música transmitindo uma mensagem, cria em 2020 o trabalho Revezo. Pop, folk, intervenção, música popular – são estes alguns dos ingredientes que compõe o trabalho do músico.
Flávio Furtado decidiu que o receituário do arquipélago de onde é originário deveria ser publicado e avançou para o lançamento de ” Receitas dos Açores – “Feitas em cozinhas pequenas por gente de coração grande”. São mais de 70 ideias para descobrir a culinária desta região Autónoma Portuguesa.
João Ramos tornou-se conhecido do grande público no programa Agora Nós (matutino), teve depois uma rubrica própria – “Diga Doutor” – no Canal público, tornando-se uma cara querida da população que o via. Numa fase de pandemia e de medos, o Dr. João trará alguns esclarecimentos e algumas dicas.
Sara Correia mostrou ser, desde o seu surgimento, “um player” forte no mercado da música, em específico do fado. Com apenas 27 anos, e depois da edição do seu mais exposto trabalho – Sara – a aclamação da crítica tem sido forte. Está de regresso com novo single – “Chegou tão tarde” que agora apresenta.
Nelo e Idália regressam também à sua cozinha mas com medidas fortes de segurança.
Tudo isto enquanto Dr Fuzeta continua a empreender a criação do seu documentário sobre o vírus mais falado da atualidade e Gabriela Vatapá conhece pessoalmente Joana dos Santos (sobrinha de Maximiana).
A não perder!
Fotografias: Hugo Rodrigues Luz
“Cá Por Casa – Diário de Uma Quarentona” estreia quarta-feira!
O Cá Por Casa regressa e num formato muito especial.
Herman teve a ideia, estruturou o guião, escreveu (em conjunto com Maria João Cruz, Mário Botequilha e Vítor Elias) e dirigiu a sua “trupe” de forma remota. Cada ator, utilizando o seu telemóvel, criou o seu ambiente cénico, guarda-roupa, make-up e representou. A Valentim de Carvalho encarregou-se da produção e edição. O resultado foi o seguinte:
Isolado em casa, sem a sua Idália (Maria Rueff) que se mudou para a habitação da sua mãe a quem dá assistência, Nelo (Herman José) parte para a escrita de uma obra literária, a que resolve dar o nome de “diário de uma quarentena”.
Quis o autocorretor, do alto da sua imprevisibilidade, que “quarentena” fosse aletrada para “quarentona”, mudança que o autor adotou imediatamente, por sentir corresponder à sua “verdadeira” idade.
Entretanto na sua sala, o autor e escritor Eduardo de Lencastre (Eduardo Madeira) vende piadas por telemarketing.
A advogada / beata / poço de lascívia Joana Santos (Joana Pais de Brito) interage com o polémico médico algarvio Dr. Manuel Fuzeta (Manuel Marques) autor de vasta obra literária como “Morrer Sim Mas Devagar”, “Somos Aquilo Que Bebemos” ou “Sanguessugas, a arte de uma boa chupada”.
A professora de ginástica Gabriela Vatapá (Gabriela Barros), grande amiga do protagonista, promove o exercício físico e deslumbra com a sua filosofia de vida.
“Cá Por Casa – Diário de uma quarentona”, pode não matar o bicho, mas reforça a imunidade das suas putativas vítimas, à gargalhada.
A não perder, quarta-feira pelas 23h30
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Diário de uma Quarentona | RTP1 | Quarta-feira 23’30”
Herman e Rita Blanco – descubra a história desta foto!
Porque uma fotografia é sempre a perpetuação de um instante e porque um instante tem sempre um contexto. Vamos, pontualmente revelando algumas memórias fotográficas e contar a sua história.
Começamos com esta fotografia onde se vê Herman e Rita Branco no chão, abraçados.
Sobre ela, Herman conta:
“No final dos anos oitenta, aceitei fazer uns espetáculos no paquete Funchal. Três dias no mar, com passagem por Ceuta e Tânger. Nessa viagem levei a Anabola e a Rita Blanco. Como enjoava “que nem uma boga” – afeção que cessou assim que me tornei comandante das minhas próprias embarcações – enfrascava-me em “Vomidrine” que me davam um sono e uma “pedra” descomunais. Esta foto, foi tirada nos corredores do velho Funchal, numa altura em que resolvi sucumbir para cima da querida Rita Blanco. Por pouco não morremos todos – a rir.” Herman José

























